
às vezes te assisto, calada
às vezes seguro sua mão
às vezes, inda que errada, te culpo por tanta saudade
às vezes eu bebo a verdade de achar tudo em ti perfeição
às vezes desenho no chão, com a força de minhas pegadas
umas linhas envergadas com o peso da minha vontade
às vezes a tal gravidade simplesmente acaba, some
é nessas horas que seu nome passa a ser a minha vela
risco o céu gritando "é belo o dono do meu sorriso!"
e então o paraíso parece que é aqui:eu quieta, de olhos fechados
segurando a sua mão, tão docemente calada

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